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A história do Château d’Yquem, vinícola que elabora um dos vinhos mais desejados do mundo, é como um romance, uma saga épica cheia de eventos e personalidades interessantes que atravessam mais de quatro séculos de paixão.

Quem prova um exemplar não experimenta apenas um Sauternes, vinho branco doce, mas degusta luzes engarrafadas, um líquido sublime, de qualidade ímpar e inigualável. A bebida custa pelo menos mil e duzentos dólares, sendo o mais caro que tem tem conhecimento um da safra de 1811, adquirido por um colecionador de Bali por 120 mil dólares.  

Em 1593, um descendente de uma família nobre do sudoeste francês, Jacques Sauvage, tomou posse do Yquem. Os arquivos do departamento de Gironde, bem como os do castelo, mostram que práticas vitivinícolas especiais e colheita tardia já existiam nesse momento.

Em 1785, Françoise Joséphine de Sauvage d’Yquem casou-se com o Conde Louis Amédée de Lur-Saluces, que morreu três anos depois em um acidente. A jovem viúva, assim, se tornou a administradora dos negócios da família e mostrou extraordinária perspicácia na gestão da propriedade. O vinho já era muito apreciado pelos conhecedores famosos da época, como Thomas Jefferson, e passou a ganhar reconhecimento internacional.

Romain-Bertrand de Lur-Saluces, neto de Françoise Joséphine, levou muito a sério o papel de gerente de Yquem, em vez de simplesmente tomar posse da propriedade familiar, que se tornara mítica. Em 1855, em reconhecimento póstumo das enormes realizações da dama de Yquem, a propriedade foi designada a única e primeira Cru superior na famosa classificação feita a pedido do Imperador Napoleão III.

O Château d’Yquem passou por um longo período de prosperidade na segunda metade do século XIX. As pessoas viajavam muitos quilômetros para experimentar o tão afamado rótulo. O grande duque Constantino, irmão do czar da Rússia, pagou 20 mil francos-ouro por um barril de Château d’Yquem – um preço extremamente alto para a época. O Japão também descobriu os prazeres de Yquem.

No final do século XX, graças ao ímpeto de Bernard Arnault, herdeiro do Château – que já era um verdadeiro monumento e estava entre os maiores e mais prestigiados vinhos da França – vendeu a propriedade para o conglomerado de luxo LVMH (Moët Hennessy-Louis Vuitton), marcando um novo capítulo na história do castelo.

Desde então, o Château d’Yquem tem continuado a promover a autenticidade da propriedade, a sua abertura à modernidade e a indescritível perícia da equipe de vinificação. Sem dúvida, provar um vinho desses é uma experiência maravilhosa e única.

 

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