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Algumas vezes, o relacionamento Sugar entre Sugar Baby e Sugar Daddy ou Mommy pode acabar se desdobrando e indo além de encontros marcados com antecedência, e tornar-se uma relação mais “tradicional”. Esse foi o caso de Ricardo e Bruno, que se conheceram aqui no Meu Patrocínio Gay e agora estão de casamento marcado.

Confira agora o relato desse casal Sugar que resolveu levar a doçura para o papel do cartório.

“Eu e o Bruno nos conhecemos no Meu Patrocínio Gay. Não faz muito tempo. Na verdade, não faz nem um ano. No começo eu saía com ele e com outro Sugar Baby. Mas, aos poucos, a vontade de sair com outros diminuía, enquanto a vontade de vê-lo só aumentava.

Eu sou um homem de 42 anos e sempre me relacionei com pessoas da mesma idade que a minha. Cada vez que eu conhecia mais o Bruno eu me via mais envolvido e, por várias vezes, me sentia como um adolescente. Sabe, aquele frio na barriga e vontade de fazer coisas inusitadas.

Minha agenda é apertada. Mas, durante esse relacionamento, eu me vi adiantando tudo o que tinha marcado para poder ir sexta de manhã para minha casa de Angra e passar o fim de semana todo com ele lá. Comecei a fazer muito disso. Claro que só era possível quando meus compromissos permitiam. Afinal, não posso arriscar a saúde da minha empresa por um relacionamento. E isso eu tenho total noção.

Conforme a relação ia se intensificando, o Bruno contava sobre algumas expectativas “perdidas” dele. Certa vez disse que sempre quis namorar de aliança, mas que tinha desistido da ideia para entrar para o mundo Sugar. Em outro momento, disse sobre casamento. Ele sempre deixava claro que isso eram ideias que tinham sido deixadas de lado por ele.

Eu, nunca me vi casado de aliança e papel passado. Mas eu também nunca tinha me visto entrando em um relacionamento Sugar. Então, passei a cogitar essa hipótese. Eu parei, pensei, e me vi extremamente mudado. Eu estava com ideias frescas na cabeça. Parece que eu “peguei” a juventude do Bruno. Isso me fez bem. E eu me vi pensando em coisas que não tinha pensado antes.

Por que não ter essa experiência do casamento? Conversei com o Bruno e amadurecemos a ideia por um bom tempo. Não queria nada precipitado. Falei pra ele que poderia não acontecer, se víssemos que não estávamos preparados ou que não ia ser uma boa ideia. Fomos testando. Ele foi, aos poucos, indo la pra casa com mais frequência. Dormindo lá por mais vezes durante a semana. Indo em mais encontros com meus amigos e vice-versa.

Depois de meses, ele começou a nem ir mais pra casa. E combinamos dele se mudar de vez. Com seus livros, objetos pessoais e tudo mais. Com isso, também decidimos fazer uma união estável. E eu, que estava bem empolgado, quis fazer festa. Quando propus isso, o próprio Bruno ficou surpreso. Ele ainda brincou dizendo “Acho que você está convivendo muito comigo. Está muito festeiro”. Nessa hora eu vi que a vitalidade dele, realmente, tinha passado pra mim.

Fizemos uma festa em casa mesmo, depois da ida ao cartório. A gente brinca que estamos em um casamento Sugar: tudo continua como no relacionamento Sugar, falamos abertamente de dinheiro, eu continuo provendo muito financeiramente para ele. E, ele, contribui me acompanhando em tudo e deixando minha vida mais leve.

O que, antes não era nem uma ideia, agora é uma realidade. E deu certo”.

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