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Ser um(a) Sugar Baby, Sugar Daddy ou Mommy, vai muito além de preencher o requisito idade, como bem sabemos. Aqui, no blog do Meu Patrocínio Gay, já trouxemos relatos de homens que, com seus 30 e poucos anos, se consideram Sugar Daddies clássicos.

Hoje, trouxemos o relato de Marcelo e Ricardo, um Sugar Daddy e um Baby que têm idades próximas. Confira:

“Eu tenho 30 anos, e o Ricardo, meu Sugar Baby, tem 28. A gente se conheceu ano passado. Eu sempre tive uma cabeça mais madura e, com 25 anos, já era dono de uma startup que, um ano depois, me proporcionou chegar ao patamar de milionário.

Me considero um Sugar Daddy clássico: tenho agenda apertada, devido a minha dedicação 24/7 à empresa; nunca gostei de dramas e joguinhos, mas sempre tive relacionamentos com esses dois males presentes.

No Meu Patrocínio Gay, eu sempre busquei alguém jovem como eu, mas que tivesse uma cabeça madura como a minha. Afinal, se fosse para encontrar alguém só para me divertir, eu simplesmente marcaria de encontrar meus amigos, como já faço.

O Ricardo é ótimo. Sabe se comportar na frente dos outros. Eu preciso disso. Afinal, apesar de jovem, eu conheço muita gente importante, ‘de nome’, e circulo por ambientes com muita gente sofisticada. Ele sabe exatamente o que e quando dizer,  sabe quando sorrir, sabe quais talheres usar e, o melhor de tudo: sabe como me agradar.

Desde que criei minha empresa, sempre estive no controle de tudo. Assim, nunca imaginei me ver feliz com uma surpresa. E foi assim que me senti quando ele mandou entregar um Moleskine para mim. Eu comentei que havia perdido o meu. E que nele eu anotava algumas ideias que tinha e coisas importantes. Ele, muito inteligente, anotou alguns planejamentos que havíamos feito, como os dias que nos veríamos e o fim de semana que marcamos de viajar. Tudo isso estava na primeira página. Pode parecer bobo e apaixonado, mas eu vi como comprometido e inteligente.

Quando muitos dos objetivos materiais já foram alcançados, você passa a dar valor a coisas simples. Ou melhor, quando acontece algo simples, você dá valor. E ele, faz isso como ninguém.

Modéstia à parte, eu me acho um bom Sugar Daddy. O auxilio em todos seus planos, pessoais e profissionais. Além disso, a cada encontro, eu sempre levo uns ‘mimos’. Acho engraçado esse termo. Para ser sincero, não sou do tipo de Daddy que algum Baby reclamaria. Rs!”

 

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