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Veja o relato de Lucas, um Sugar Baby Gay que teve sucesso no Mundo Sugar Gay.

Lucas, 23 anos. Rio de Janeiro

“Eu tinha acabado de concluir minha faculdade de administração, no interior do Rio de Janeiro, e resolvi me arriscar na capital do estado. Consegui um emprego e, com ajuda do meu pai, me mudei pra lá. Entrei em uma empresa em que a grande parte dos funcionários eram bem tradicionais. As conversas na cozinha eram mais sobre o quão “estranho” era o caminho do “novo mundo em que vivemos”.

Depois de alguns meses nessa empresa, passei a ver que, além de difícil de conseguir um cargo melhor – as pessoas ali estavam há muito tempo em suas posições -, eu estava em um lugar que meus ideais não batiam com os de ninguém. De quebra, ainda não ganhava tão bem. Quando me vi nesse cenário, comecei a procurar outros lugares para trabalhar, mas nada acontecia.

Me deparei um dia com um anúncio do Meu Patrocínio Gay. O nome me intrigou e resolvi ver do que se tratava. Eu, que sempre fui uma pessoa que me trabalhava para não ter tabus, resolvi arriscar.

O Começo de Tudo

Nas primeiras semanas conversei com uns dois ou três Daddies. Só aqueles que vieram falar comigo. Depois, vi que as coisas não estavam acontecendo porque faltava iniciativa minha. Foi aí que pesquisei e encontrei vários Daddies que queriam as mesmas coisas que eu.

Aconteceram alguns primeiros encontros, dois segundos encontros, e, por fim, um terceiro encontro com o Flávio. Que depois virou quarto, e quinto, e sexto, e uma viagem. A melhor parte foi que, durante essa viagem, em um café da manhã pra ser mais preciso, ele perguntou o que eu pensava em fazer com o emprego. Eu não ficava reclamando para ele, mas me lembro de ter comentado duas vezes sobre isso. Foi então que eu me abri e disse que não sabia o que fazer. Ele riu. Disse que já havia passado pela mesma coisa, e que isso o havia motivado a abrir a própria empresa.

Daddy Bem Relacionado

Em seguida, disse que iria me ajudar, mas não com um emprego logo de cara. Ele iria me indicar para uma vaga na empresa de um amigo, que estava aberta há alguns meses já. Fiz a entrevista e passei. Não me importei com a indicação dele, pois sabia que me manter no cargo é algo que dependeria só de mim. Além disso, ele me presenteou com um curso  na área em que eu estava trabalhando. Ele sabia que aquele curso específico seria um diferencial para mim dentro da empresa. E foi!

 

Quatro meses depois de eu ter concluído o curso fui promovido para um cargo de analista sênior. Fui para o exterior por conta da empresa, para mais cursos. Eu e o Flávio continuamos por um tempo juntos, mas engatei em um momento profissional muito bom e a empresa dele também estava caminhando a passos largos. Por fim, não conseguimos mais conciliar nossas agendas, apesar de ainda termos muito carinho um pelo outro, decidimos diminuir nossos encontros, até que deixamos de nos ver. Mas confesso que às vezes trocamos umas mensagens e já fomos viajar juntos.”

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