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Gosto de começar falando que sou um homem muito ocupado. Não tenho tempo para perder e ele vale muito. Sempre soa arrogante, mas já me acostumei. Sou aquele típico homem que é gay, mas que está em um ambiente heteronormativo. Esses fatores foram os principais na hora de ir em busca de um Sugar Baby.

A verdade é que sempre frequentei ambientes assim.  Sempre tive muitas amigas e amigos héteros e com padrão de vida alto, então acabava sempre os acompanhando nos lugares. Bares, baladas, encontros, todos em Casas Sertanejas, no bar mais “de direita” da cidade.

Nessa situação foi muito difícil conhecer um gay para me relacionar. Os poucos que com me relacionei pareciam não ter maturidade alguma. Me cobravam de coisas que eu achava insignificante e, pior, me cobravam por não os cobrarem. Eu não tinha tempo e nem energia para isso. Tive que assumir a empresa do meu pai muito cedo, mal tinha entrado na faculdade.

Fiquei anos focado no trabalho e deixei minha vida pessoal de lado. Esse ano, resolvi dar uma chance a mim mesmo e conheci, por meio de amigos, o Meu Patrocínio. Pesquisei um pouco mais e cheguei até o Meu Patrocínio Gay. Lá, recebi várias mensagens de Sugar Babies Gays e saí com vários. Não me interessei por grande parte deles, apenas por um, a quem vou chamar de Sérgio.

Ele é uma pessoa leve. Tem bom gosto, algo que eu prezo muito. E, o principal, tem objetivos. Em nosso primeiro jantar vimos que tínhamos muita coisa em comum. Ele disse ter se aventurado várias vezes em relacionamentos tradicionais, que sempre se deu mal e que isso foi cansativo emocionalmente para ele, devido àquele monte de atitudes inúteis que essa relação tem. Dramas, ciúmes, cobranças.

O último relacionamento dele tinha acabado, pois seu ex alegou que “ele não estava empenhado na relação e sem tempo”. Claro! O Sérgio está no último ano de Design e empenhado no seu novo e-commerce. Eu senti nele, ao falar sobre o projeto, uma vontade de vencer, de chegar longe, algo que há tempos não via. Talvez seja sua pouca idade, ele tem apenas 23 anos, ou então eu que tenho andado com pessoas que já perderam essa vontade de vencer.

Essa energia do Sérgio que o motiva,  me cativou. Quis ajudá-lo, mas a minha empresa não tinha nada a ver com a dele. O bom é que eu tinha contatos que podiam facilitar a produção das peças dele. Além disso, passei a viajar mais. A aproveitar mais a vida. E sua companhia é excelente: ele sabe se portar,  conversar, o que quer e aonde quer chegar. Pode parecer conversa mas, depois de tanto tempo, voltei a querer uma relação, estar junto e ter alguém interessante de verdade do meu lado.

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