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A história de um Sugar Baby serve não só para mostrar o quão possível é alcançar sonhos, como para provar que existem pessoas que realmente mudaram de vida ao conhecer um Daddy ou Mommy.

Renato contou um pouco para a gente como foi que conseguiu sucesso na vida com a ajuda de um Sugar Daddy Gay. E como, entre tantos Babies, ele se destacou.

Renato, 26 anos

“Eu sempre trabalhei muito. Mas sentia que meu trabalho sempre aumentava e eu não via retorno para aquilo. Senti isso até conhecer meu Sugar Daddy. Ele me mostrou novos caminhos. Disse que eu devia ter meu próprio negócio e que eu trabalharia tanto quanto trabalhava ou até mais. O fato de eu não ter nascido de família rica fez com que eu sempre tivesse que correr muito atrás de tudo e, principalmente, desenvolvesse habilidades como persistência e resiliência.”

Sempre pense grande

“Eu ficava incomodado com o fato de vários amigos da faculdade terem dinheiro e eu não. Cursei PUC, então tinha muitos amigos assim. Eles sempre tinham o iPhone mais novo. Viajavam todas as férias. Compravam roupas em lojas que os atendentes os chamavam pelo nome. Passei a sentir que alguns me evitavam por causa da minha condição financeira. Foi aí que comecei a trabalhar e, conforme via minha conta melhorando, eu trabalhava mais. Cheguei a ter três empregos e ainda conciliar isso com as aulas.”

Liste seus objetivos

“Sempre que falo isso todos logo pensam nos objetivos materiais. Eu também pensava. Mas aqueles imateriais são os mais importantes. Subir de cargo, ser mais culto, falar mais línguas, conhecer mais países, experimentar novas religiões e ter experiências inesquecíveis, que vão desde esquiar até me enfiar no interior da Índia para uma espécie de desintoxicação. Foi isso que eu tracei. E foi muito disso que eu fiz depois de ter um Sugar Daddy. Antes, eu tinha conseguido algumas dessas coisas. Mas, depois, tudo ficou melhor.”

Não se culpe

“Conheci alguns outros Sugar Babies que se sentiam culpados por aceitaram o que o Sugar Daddy oferecia. Muito disso vem da minha criação humilde, em que tudo era muito difícil. Mas, para homens como os Daddies, muitas vezes uma viagem não custa nada. E estou falando de dinheiro mesmo. O Carlos – nome que vou dar ao meu Daddy – tem muito dinheiro. Ele vai para reuniões sempre de jatinho. Não é luxo para ele. Ele precisa mesmo se locomover da maneira mais rápida que conseguir. Sendo assim, não dá para ele ficar em função de voos comerciais e atrasos de aeroporto. Ele mesmo já me disse ‘Baby, tudo isso que eu convido você a fazer é porque eu o quero ao meu lado e também porque esse dinheiro que eu estou investindo na gente não vai me fazer falta.’ Eu quase não acreditei quando ouvi isso. Mas aceitei. Sem culpa, nem nada. Via nos olhos dele a verdade ao me falar isso.”

Como retribuir

“O que faço pelo meu Daddy não considero como retribuição. É tudo natural. No começo é normal achar que só acontece interesse e não rola sentimento algum. Eu também pensava assim. Claro que existe interesse: cada um focado naquilo que quer e que sente falta. Mas, outra forma de retribuir toda essa ajuda é, para mim, ajudando aos outros. Para isso, eu, que fiz Direito na PUC, dedico uma tarde na semana para prestar assistência àqueles que não têm condições de pagar e necessitam de um advogado! Acho que isso é a melhor forma de retribuir tudo de bom que aconteceu e ainda acontece comigo.”

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