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Frida Kahlo foi uma pintora e uma das figuras mais icônicas e representativas do México. Considerada uma das maiores e mais importantes pintoras do século XX, era extremamente patriota, o que pode ser notado por suas roupas e obras.

Nascida em 1907, tendo como pais o famoso fotógrafo judeu-alemão Guillermo Kahlo e a mestiça, de origem espanhola e indígena, Matilde Calderon y Gonzales, Frida contraiu poliomielite aos 6 anos de idade, a primeira de várias doenças, lesões, tragédias e acidentes que a afligiriam durante toda sua vida.

Ao contrário de muitos artistas, a pintura não surgiu cedo na vida dela, embora seu pai – a quem era muito apegada – pintasse nas horas vagas. Frida aprendeu a desenhar e a fazer gravuras na Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México, mas optou por estudar medicina.

Aos 18 anos, Frida sofre o acidente que mudaria sua vida para sempre. O bonde em que estava com seu então noivo, Alejandro Goméz Arias, colidiu com um trem e uma barra de ferro transpassou seu abdômen. Ela ficou entre a vida e a morte e precisou de 35 cirurgias para se recuperar. Durante a sua recuperação é que surgiu a Frida pintora. Ainda deitada, ela pintou o primeiro dos seus 55 autorretratos, dedicado ao seu ex-noivo que, depois do acidente, a abandonou.

Dois anos depois, Frida leva quadros a Diego Rivera, um famoso pintor que ela conhecia desde a escola. Ali ela encontrou seu grande amor e se revelou uma pintora impressionante.

Em 1929, eles se casam e dão início a um dos relacionamentos mais extravagantes e conturbados da história da arte. Separaram-se e reconciliaram-se diversas vezes durante muitos anos, em que tanto Diego quanto Frida tiveram diversos amantes. O caso mais famoso de Frida foi com o intelectual marxista e revolucionário bolchevique Leon Trotski, que, refugiado, ficou hospedado em sua casa por um tempo.

Em 1938, ela conhece o escritor, poeta e teórico do surrealismo André Breton que se encantou por sua obra, a classificou como surrealista e lhe apresentou Julian Levy, dono de uma galeria em Nova Iorque, responsável por organizar a primeira exposição individual da artista. Foi um sucesso absoluto que revelou Frida também na Europa, onde ela conheceu Pablo Picasso, Kandinsky, Marcel Duchamp, Paul Eluard e Max Ernst.

Com o tempo, a saúde de Frida foi ficando cada vez mais debilitada e, em 1954, a pintora morre. Sua morte pode ter sido por uma pneumonia, mas a hipótese de suicídio não é descartada. Em seu diário, que se tornou uma autobiografia publicada em muitas línguas, ela escreveu pela última vez: “Espero que minha partida seja feliz… e espero nunca mais regressar”.    

Quatro anos após sua morte, sua casa herdada, a Casa Azul, foi transformada no Museu Frida Kahlo, que conta sua vida pessoal, faz a retrospectiva de suas obras, com objetos e documentos inéditos, fotos, desenhos, roupas e livros.

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