Jennifer é advogada, tem 30 anos e mora num bairro nobre de São Paulo. Seis anos atrás, ela vivia no interior paulista e apostou com as amigas quem conseguiria entrar no MeuPatrocínio. Foi a única aceita. De lá pra cá, juntou R$ 150 mil, ganhou um apartamento pago à vista e comprou seu carro. Tudo isso sem largar o emprego no setor público. A UOL Universa contou a história.
Jennifer faz questão de separar o que vive de prostituição. Segundo ela, os relacionamentos envolvem companhia, conversas, viagens e um networking que abriu portas profissionais que ela não teria de outro jeito. O aspecto financeiro é importante, mas não é tudo.
Perfis diferentes, mesma busca
A matéria também traz Bel, de 24 anos, que usa a plataforma para viajar e frequentar ambientes que antes estavam fora do seu alcance. As duas concordam num ponto: a relação precisa ser honesta desde o começo. Sem joguinhos.
Saber o que é uma sugar baby ajuda a quebrar preconceitos. A maioria das usuárias brasileiras tem formação, carreira e sabe o que quer. Não é um perfil passivo.
Mentoria e crescimento
Um ponto que a reportagem destaca: Jennifer diz que aprendeu a negociar melhor, ampliou sua visão de mercado e criou contatos profissionais que duram até hoje. Esse lado da mentoria atrai cada vez mais mulheres ao MeuPatrocínio. Para entender o outro lado, vale ver também o que é um sugar daddy.
Fonte: UOL Universa