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“Um costureiro deve ser um arquiteto no design, um escultor na forma, um pintor na cor, um músico na harmonia e um filósofo na medida”, dizia Cristóbal Balenciaga, estilista considerado o grande mestre da alta-costura e um dos maiores nomes da moda de luxo. Tanto que várias de suas peças, com estilos e formas voltadas para a matéria-prima, revolucionaram o guarda-roupa feminino contemporâneo.

Nascido na Espanha, Balenciaga mudou-se para Paris e abriu sua primeira casa de costura em 1919. Ele tinha como inspirações principais a cultura e a história espanhola. Extremamente talentoso, o estilista era admirado pelos concorrentes que o reconheciam como um costureiro impecável.

Christian Dior disse que a alta-costura é como uma orquestra da qual apenas Balenciaga podia ser o maestro. Todos os outros seriam apenas músicos, seguindo as direções que ele dá. Coco Chanel afirmou que ele era um verdadeiro costureiro, que sabia cortar e costurar os tecidos com perfeição.  

Balenciaga tinha como base as linhas clássicas, mas também adorava surpreender com proporções e cores. Ele acreditava na continuidade da sua arte, através da temporalidade da moda. Em 1968, o famoso estilista se aposentou, para tristeza de suas clientes fiéis, não antes de criar sua última coleção e os uniformes super charmosos das aeromoças da Air France.

Após sua morte, em 1972, a marca perdeu força e quase caiu no esquecimento. Até que, em 1997, o designer de moda francês Nicolas Ghesquière assumiu a Balenciaga e a reposicionou no topo do mundo da moda de luxo. Em 2001, o tradicional grupo Gucci comprou a empresa e manteve o alto nível das peças incríveis do início.

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