A Forbes Brasil cobriu o lançamento do MeuPatrocínio em janeiro de 2016, quando a plataforma tinha apenas dois meses no ar e 13 mil inscritos. Jennifer Lobo, fundadora e CEO, explicou à revista que a motivação veio de ouvir amigas reclamando de experiências em sites de relacionamento comuns. “Todo mundo sabe que o homem ganha mais do que a mulher”, disse ela à Forbes.
O MeuPatrocínio foi a primeira plataforma a trazer o conceito de sugar dating para o Brasil. Na época, o modelo era comum nos Estados Unidos mas praticamente desconhecido por aqui. Jennifer, norte-americana filha de brasileiros, percebeu a oportunidade quando se mudou para o país.
Como tudo começou
A plataforma levou cinco meses para ser desenvolvida com investimento próprio e de amigos e familiares. Desde o início, a proposta foi colocar as expectativas financeiras na mesa antes de qualquer encontro. Os homens informam renda e patrimônio. As mulheres, o estilo de vida que esperam. O objetivo, segundo Jennifer: “tirar o tabu de finanças dos relacionamentos”.
Em 2016, os sugar daddies pagavam R$ 169 por mês para acessar a plataforma. As sugar babies tinham acesso gratuito. A proporção era de quatro mulheres para cada homem. Hoje, o MeuPatrocínio tem mais de 18 milhões de usuários e é a maior plataforma de relacionamento sugar do Brasil.
De 13 mil para 18 milhões
A cobertura da Forbes na seção de Negócios e Colunas representou uma validação importante para o modelo. Dez anos depois, o sugar dating deixou de ser tabu e se tornou parte do vocabulário dos relacionamentos modernos no Brasil. A plataforma cresceu mais de 1.300 vezes desde a reportagem original.
Para quem quer conhecer o modelo que a Forbes descreveu em 2016, o MeuPatrocínio explica tudo na página Como Funciona. Também é possível entender o que é ser uma sugar baby e o que é uma sugar mommy, categoria que a plataforma lançou meses depois da reportagem.
Fonte: Forbes Brasil