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Quem é o sugar daddy no Brasil: o levantamento de 2026
Levantamento do MeuPatrocínio com 10.756 sugar daddies: idade média de 39 anos, 36% em tecnologia e quase 80% em São Paulo, Rio ou Brasília.
O estereótipo é um senhor de sessenta anos, grisalho, com dinheiro sobrando. Os números da própria base dizem outra coisa. Em setembro de 2026 o MeuPatrocínio publicou um levantamento com 10.756 sugar daddies de todo o Brasil, a partir do que eles mesmos declaram no perfil.
Idade. A média é 39 anos. A amostra vai de profissionais na casa dos 30 a executivos acima dos 50.
Trabalho. 36% atuam no setor de tecnologia. Depois vêm indústria (21%), fintechs (16%) e mercado financeiro (14%). É o setor da empresa, não o cargo: por cargo, quase metade é empresário, investidor ou executivo.
Onde vivem. São Paulo concentra 38,4% dos usuários analisados, Rio de Janeiro 22,3% e Brasília 19%. Somadas, as três passam de 79%. Belo Horizonte (11,5%) e Florianópolis (4,8%) fecham a lista.
Renda. 39,5% declaram renda mensal acima de R$ 100 mil. A mediana da amostra é R$ 84,5 mil. A renda declarada inclui salário e rendimento de investimentos, como fundos imobiliários e dividendos.
Como ler estes números. São dados autodeclarados, de usuários de maior engajamento cadastrados nos últimos dois anos. Descrevem quem usa o MeuPatrocínio, não toda a população de alta renda do país.
O levantamento completo, com patrimônio por cidade e a metodologia, está em Perfil dos Sugar Daddies no Brasil. Para a definição, veja o que é sugar daddy; para o estereótipo, todo sugar daddy é um velho rico?


